O Clube de Teatro do AE Cego do Maio – O Inventão participou, no passado dia 6 de maio, na 23.ª Mostra de Teatro Escolar RP, com a peça “Cego do Maio”, apresentada no auditório da Escola Secundária Rocha Peixoto.
A participação surgiu a convite da professora/atriz Olinda Susana Favas, responsável pela Mostra e pelos Clubes de Teatro da ES Rocha Peixoto.
Durante a manhã, os nossos 15 alunos/atores, acompanhados pelas professoras Fátima Veloso e Mécia Sampaio, assistiram a uma peça de teatro representada por alunos do 7.º ano da Escola Rocha Peixoto e almoçaram na cantina da escola. No início da tarde, realizaram-se os ensaios de reconhecimento do espaço, bem como os testes de luz e som. Às 16 horas, chegou o grande momento: os alunos entraram em cena. 🎬✨
Antes do espetáculo, os alunos/atores fizeram uma breve apresentação do clube e do projeto, destacando que, desde sempre, O Inventão quis afirmar “a Escola como um lugar onde Aprendizagem e Expressão Artística caminham lado a lado”. Referiram ainda que o clube não faz apenas teatro, recorrendo também a outras formas de expressão e linguagens artísticas, como a criação de vídeos artísticos.
Este ano, o clube celebra 30 anos de existência, assinalando um percurso marcado pela criatividade, pela expressão artística e pelo envolvimento dos alunos. Ao longo da sua história, O Inventão já tinha participado na Mostra de Teatro Escolar RP com os projetos “Vem aí o circo da Lua”, em 2004, “Miau”, em 2015, e “Capuchinho Vermelho”, em 2016.
A peça “Cego do Maio” é uma criação do Clube de Teatro que presta homenagem à memória do lendário salva-vidas poveiro que dá nome à nossa escola. Entre a palavra dita, a música e a cena, cruzam-se os poemas “A Ladainha das Lanchas”, de António Nobre, e “Cego do Maio”, de Fátima Veloso, numa evocação emotiva da coragem, da identidade e da memória de um povo ligado ao mar.
Num percurso feito de imagens, emoção e pertença, o público foi conduzido por paisagens humanas e marítimas onde se entrelaçaram o deslumbramento, a saudade e a exaltação, num sentido tributo à alma poveira e à sua história trágico-marítima. 🌊
Foi mais um momento de valorização da arte, da cultura local e do talento dos nossos alunos, reforçando o papel da expressão dramática na formação integral dos jovens. 👏🎭









































